| Nosso Olhar |
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| Escrito por Alexandre Costa e Silva |
| Qui, 12 de Outubro de 2006 06:26 |
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As mais elevadas prioridades em todo o empreendimento educativo devem ser o desenvolvimento de habilidades espontâneas de comunicação social e regulação emocional, pois estão na base de todos os demais aspectos do desenvolvimento ulterior; Os objetivos e atividades deverão ser funcionais (i. e. úteis a curto ou médio prazo) e adequados ao nível de desenvolvimento da criança, visando o desenvolvimento de habilidades adaptativas que favoreçam a alegria de viver, o sucesso nas tentativas de interagir e realizar, bem como a independência nas experiências do dia-a-dia, priorizadas nessa ordem. Todos os domínios do desenvolvimento de uma criança estão relacionados; por conseguinte, um dos critérios para a priorização de uma área do desenvolvimento à outra é simplesmente a maior probabilidade de sucesso de uma criança na atividade. O formato das atividades deve ser ditado pelo interesse do educando; seu conteúdo pode incluir áreas de aprendizagem mais difícil, desde que mediado, integrado ou mesmo seguido a outros conteúdos de manejo mais reforçador para o aprendiz. Todo comportamento é dotado de um propósito; Não existem comportamentos disfuncionais. Mesmo as condutas mais estranhas podem servir à necessidade de comunicação ou auto-regulação emocional/sensorial. Algumas funções de certas condutas apenas podem ser avaliadas após dias de observação. Cada educando tem um perfil de aprendizagem individual, com potencialidades e desafios, o que significa que para cada um devem ser escolhidos objetivos individuais. As rotinas naturais são o ponto de partida para o desenvolvimento de um currículo para maximizar as possibilidades de aprendizagem. Deve-se privilegiar situações e contextos naturais para a aprendizagem, evitando atividades-meio que exijam ou pressuponham esforços de generalização por parte do educando. É a principal responsabilidade dos profissionais estabelecer contatos positivos com o educando e seus familiares. Todos devem ser tratados com dignidade e respeito. Os familiares são considerados especialistas em suas crianças. A avaliação e os esforços educativos são vistos como processos colaborativos com os familiares. Princípios de uma prática centrada na família devem construir o consenso com a família e melhorar o processo colaborativo. |
| Última atualização em Sex, 11 de Abril de 2008 12:46 |
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