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Escrito por Alexandre Costa e Silva
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Sex, 06 de Outubro de 2006 18:27 |
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O autismo é o transtorno do desenvolvimento que mais tem produzido filmes e reportagens desde a década de oitenta. Baseados ou não em fatos reais,filmes dramáticos, e mesmo de aventura vêm alimentando o imaginário popular sobre o assunto de maneira nem sempre satisfatória para os autistas reais.
De gênios excêntricos incompreendidos a loucos furiosos,as representações coletivas sobre o autismo variam enormemente,evocando encanto e mistério por um lado e de outro dúvidas e medo. Pessoas autistas podem ser uma sutil e variada mistura de diversas imagens pintadas pela mídia e algo mais. Esse algo mais faz uma diferença crucial para quem quer se aventurar neste universo maravilhoso, não pelo que tem de exótico, mas pelo que pode ensinar às pessoas normais motivadas para isso.
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Última atualização em Seg, 17 de Agosto de 2009 13:57 |
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Escrito por Alexandre Costa e Silva
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Qui, 17 de Abril de 2008 19:00 |
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O termo autismo vem do grego autos e denota o comportamento de voltar- se para si mesmo. Foi utilizado pela primeira vez em psiquiatria por Eugen Bleuler, o psiquiatra austríaco que primeiro conceituou a Esquizofrenia como uma doença mental diferente das demais Demências (Antes dele, a Esquizofrenia era chamada de Daementia Praecox (ou Demência Precoce, em bom português), terminologia criada por Ernst Kraepelin que pressupunha um Continuum entre a demência perda da lucidez, capacidade de julgamento e de escolha – característica de idades mais avançadas – e o fenômeno psicótico, que geralmente acometia pessoas jovens. Bleuler, identificando características peculiares na Demência Precoce que a distinguiam de outras demências, nomeou- a Esquizofrenia (Schizo= dividida, Phrenos=mente) ou divisão da mente , como é conhecida até hoje. À época, sugeriu quatro critérios principais para a identificação desta afecção mental, que ficaram conhecidos como os quatro A s de Bleuler:
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Última atualização em Qui, 20 de Agosto de 2009 17:14 |
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Histórico - Distúrbio Autístico do Contato Afetivo |
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Escrito por Alexandre Costa e Silva
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Qui, 17 de Abril de 2008 21:13 |
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Em 1943, Leo Kanner, outro psiquiatra austríaco radicado nos Estados Unidos, estudou 11 casos que chamaram sua atenção por terem diagnóstico de esquizofrênicos, mas cuja característica mais marcante era o autismo. Assim, cunhou o termo Distúrbio Autístico do Contato Afetivo , título do clássico artigo onde ele expõe sua experiência inicial. Como era muito precoce (ainda mais que a demência do começo do século), surgia entre o segundo e o terceiro anos de vida, Kanner chegou a formular a hipótese inatista, ou seja: as crianças já nasceriam com o distúrbio. No entanto, em seus contatos com os pais, percebeu que eles eram pessoas cujo relacionamento com os filhos lhe pareceu frio ,excessivamente racionalizado. A descrição que faziam do comportamento dos filhos era demasiado científica para quem tinha filhos tão gravemente prejudicados. Assim, desenvolveu o conceito de "mães geladeira" para referir- se às mães supostamente "autistogênicas", que com seu comportamento frio, distante e intelectualizado provocou uma hostilidade inconsciente da criança direcionada a eventos que demandam habilidades sociais.
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Última atualização em Qui, 20 de Agosto de 2009 17:15 |
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Escrito por Alexandre Costa e Silva
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Qui, 17 de Abril de 2008 21:58 |
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 Anteriormente,havia a hipótese psicogênica, que dizia que o autismo era resultado de uma relação incompleta e defeituosa com a mãe, ou seja, que era uma doença de fundo emocional e psicológico. Esta hipótese partia dos seguintes fatores observados desde a época em que Leo Kanner (psicólogo austríaco que descobriu, em 1943 a síndrome do autismo):
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Última atualização em Qui, 20 de Agosto de 2009 17:17 |
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Escrito por Gabriela Dourado
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Ter, 15 de Setembro de 2009 09:14 |
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A TreeHouse, organização inglesa que ajuda crianças autistas, lançou uma campanha alertando sobre a importância de cuidados na educação dessas crianças e divulgando o talkaboutautism.org.

A idéia da campanha é mostrar que quanto mais tempo os pais demoram pra procurar ajuda para as crianças com autismo, mais difícil é se comunicar com a criança depois…
Se quiser ver mais fotos sobre a campanha, clique aqui. Muito bacana!
Fonte: Blog da Eliana (http://daquidali.eliana.uol.com.br/blog/2009/09/08/falando-sobre-o-autismo/) |
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Última atualização em Ter, 15 de Setembro de 2009 09:43 |
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